"Nós Da Noite". Despir A Alma Quando Já Não Se Pode Despir O Corpo 1

“Nós Da Noite”. Despir A Alma Quando Já Não Se Pode Despir O Corpo

Tinha pensado, nestas primeiras semanas de setembro, publicar sobre isso os livros que li no verão. Que não são necessariamente os que entrar pela mala em julho, o que for para o seu lugar de férias. Porque algumas vezes, sem saber por que, se cruzam outros em teu caminho, você dá um colega, você presta a uma pessoa o que lhe foi subjugado.

E se destroem seus planos. Assim, tenho que vos descobrir que somente eu li um par de os da lista que eu fiz: “O barco chiquitito” de Tabucchi e “Sempre vivemos no castelo”, de Shirley Jackson. Depois me atravessaram “A natura exposta”, de Erri de Luca (lindo),” Atos obscenos em território privado”, de Marco Missiroli (interessante), qualquer outro que eu não imagino nem ao menos relembrar o título… e “Nós da noite”, de Kent Harouf. Como não é sempre que faço o que eu digo -nem sequer o que propus ao começar esta entrada-, não me resta mais remédio que pronunciar-se-vos dessa última novela.

Nascido em Colorado, em 1943, e faleceu em 2014, antes de usar-se a escrever Harouf trabalhou na construção civil, nos hospitais, nos orfanatos, até em uma granja de frangos. Só escreveu seis livros, numa vida razoavelmente longa, o primeiro deles lançado em 1984, “The tie that binds”, com o qual inaugurou uma série de consideráveis prêmios literários.

Todos os seus romances são ambientados em Holt, uma fictícia cidade de Colorado, igual a tantas outras. A cidade é a personagem como um ente vivo, uma pequena comunidade de pessoas que irão ao bar, cantam na igreja, cuidam de seus jardins. Vidas rurais, de famílias destruídas, insuficiente usuais: órfãos que são cuidados por seus avós, mulheres abandonadas por causa de seus maridos, idosos solitários. Personagens profundos, complexos, que arrastam os seus medos, traumas e solidão.

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“Nós da noite” é um romance intimista, em que não há mais ação do que de um dia a dia de adquirir no hipermercado com uma vizinha, tomar um café em um boteco ou fazer campismo com um neto. A linguagem utilizada é tão acessível que algumas vezes parece quase infantil, ingênuo.

Frases curtas, concisas, diálogos pouco historiados, direto, que não usar o roteiro introdutório confunde-se por vezes o que se diz com o que se pensa. Como de pessoas que não tem tempo de bobagens, de circunloquios. O grão. Eu adoro a primeira frase do livro: “E desta forma chegou o dia em que Addie Moore passou a visitar a Louis Waters”.

Com um “E”, o que nos sugere que a história é a continuação de uma outra coisa, não o começo. Que estamos em um ponto em que se olha mais pra trás vá em frente, contudo nem assim deixe de ter futuro.

O video reflete super bem o que imaginamos ao ler o romance. Louis é Robert Redford, muito magro, um tanto de inclinar-se, com este cabelo teu tão inconfundível (o teñirá?) e muito poucas brancos. Addie é uma Jane Fonda, que me custa identificar, muito operada a cara, apesar de atraente ainda. “, pergunta ela. Está cansado de fazer o que localiza da gente. “Nós da noite” não é apenas uma história de solidões e tristeza para a borda do mesmo.

Isto se precisa a que desenvolveram um conceito de plataforma que começa com um paradigma relativamente básico, porém altamente escalável. Devido a isto, você poderá configurar máquinas “pequenas” pra dar início projetos de IA, que depois podem crescer para transferir esses aplicativos em ambientes reais mais amplos.

Também foi profundo o teu interesse nos ensaios de filósofos como von Hartmann e Nietzsche. Na sua autobiografia, descreve a aproximação com a obra desse último, Assim dialogou Zaratustra como uma experiência conmocionante, só comparável à inspirado pelo Fausto de Goethe. Eu Me inclinava-se o primeiro devido a da minha geração especial em anatomia e na minha predileção em anatomia patológica, e o mais provável era que tivesse optado por ela, se tivesse disposto de os necessários meios financeiros. Se faria, enfim, com a modesta possibilidade de trabalhar como assistente em um hospital ambiente com a intenção de impedir contrair dívidas pra poder estudar.